Confira aqui a capa e cinco páginas do primeiro especial da revista pela Panini, com 68 páginas em papel comum, em preto-e-branco, e com autores clássicos como Don Martin, Duck Edwing, Dave Berg e Aragonés.
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28 de abr. de 2008
25 de mar. de 2008
"MAD" DE CASA NOVA
A numeração foi reiniciada e a revista foi produzida inteiramente em cores, uma novidade em relação às versões anteriores. A maior parte do conteúdo é estrangeiro e segue a mesma linha do que sempre se viu na revista: uma sátira de filme ("Harry Podre & A Bosta no Tênis"), muitas histórias curtas (entre elas as de Sergio Aragonés) e as brigas de "Spy vs. Spy" (uma das mais famosas da revista).
Das 44 páginas deste número de estréia, 11 possuem conteúdo nacional.
O material é produzido por Otacílio d´Assunção, o Ota, que acompanhou todas as outras versões da revista no Brasil, por exemplo, o texto de "Meu Nome Não É Enjôony", adaptação de "Meu Nome Não é Johnny", longa-metragem brasileiro estrrelado por Selton Mello, ainda em cartaz, é ele que edita a parte nacional, a parte estrangeira fica a cargo de Raphael Fernandes.
Antes da Panini outras três editoras já publicaram a revista, são elas a Vecchi (de 1974 a 1983), a Record (de 1984 a 2000) e a Mythos (de 2000 a 2006).
Nos Estados Unidos, a publicação surgiu em 1952, pela EC Comics e hoje pertence à DC Comics, mesmo editora de Super-Homem e Batman.
A marca da revista é Alfred E. Neuman, figura de rosto abobalhado, mostrada em versão de terror na capa deste primeiro número.
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