25 de mar de 2008

"MAD" DE CASA NOVA

Nesta semana, a reista MAD volta às bancas uma vez mais e ganha outra sobrevida no mercado nacional pela Panini, com 44 págs., preço de R$ 5,90 e uma nova roupagem editorial.

A numeração foi reiniciada e a revista foi produzida inteiramente em cores, uma novidade em relação às versões anteriores. A maior parte do conteúdo é estrangeiro e segue a mesma linha do que sempre se viu na revista: uma sátira de filme ("Harry Podre & A Bosta no Tênis"), muitas histórias curtas (entre elas as de Sergio Aragonés) e as brigas de "Spy vs. Spy" (uma das mais famosas da revista).

Das 44 páginas deste número de estréia, 11 possuem conteúdo nacional.

O material é produzido por Otacílio d´Assunção, o Ota, que acompanhou todas as outras versões da revista no Brasil, por exemplo, o texto de "Meu Nome Não É Enjôony", adaptação de "Meu Nome Não é Johnny", longa-metragem brasileiro estrrelado por Selton Mello, ainda em cartaz, é ele que edita a parte nacional, a parte estrangeira fica a cargo de Raphael Fernandes.

Antes da Panini outras três editoras já publicaram a revista, são elas a Vecchi (de 1974 a 1983), a Record (de 1984 a 2000) e a Mythos (de 2000 a 2006).

Nos Estados Unidos, a publicação surgiu em 1952, pela EC Comics e hoje pertence à DC Comics, mesmo editora de Super-Homem e Batman.

A marca da revista é Alfred E. Neuman, figura de rosto abobalhado, mostrada em versão de terror na capa deste primeiro número.

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