12 de abr de 2010

NOVO AVATAR

O diretor James Cameron, levou 15 anos para pensar e realizar o conceito do mundo de Pandora, uma floresta fluorescente que pertence aos aliens azuis chamados Na’vis, protagonistas do filme “Avatar”.

Com o sucesso estrondoso do longa, o mais rentável da história do cinema, fica a pergunta: quanto tempo o público terá que aguardar para a sequência? “Provavelmente será um mínimo de três anos”, disse Cameron para um pequeno grupo de jornalistas no domingo, em sua passagem por São Paulo para lançar o DVD de “Avatar”.

“O primeiro filme levou quatro anos e meio para ser rodado, mas grande parte disso foi para desenhar esse novo mundo. Agora o processo pode ser mais curto, só filmar e finalizar o efeitos, no mínimo dois anos e meio, três anos”. Cameron disse também já estar trabalhando na continuação e, na sequência, começa o roteiro. “Mas, francamente, ainda estamos conversando com a 20th Fox, negociando o acordo, porque você precisa ter o acordo antes de escrever”.


Feito com estimados US$ 300 milhões, o diretor afirma que o mais importante é ter um bom roteiro e um bom elenco.

Ele adiantou que os Na’vis continuam vivos, assim como outros personagens humanos do filme. Haverá novos ambientes, como o oceano. “Vamos criar novos personagens, será uma mistura do que você já conhece com uma configuração diferente”, disse. “O que faz uma boa sequência é uma combinação de familiaridade e surpresa”.

Cameron, estava em SP para lançar o DVD e Blu-ray de seu longa mais recente, sobre aliens azuis que moram no planeta Pandora, uma floresta fluorescente ameaçada pelos homens. O lançamento nas lojas será em 22 de abril. O Blu-ray já é recorde no Brasil: 35 mil unidades foram compradas na pré-venda, de acordo com a Fox.

Cameron voltará esta semana à Amazônia, onde esteve no final do mês passado para um fórum sobre meio ambiente.

Dessa vez, ele volta com a equipe. Eles vão visitar comunidades ao longo do rio Xingu, num tour de quatro horas dentro de uma canoa. A viagem faz parte de um plano de Cameron para sensibilizar os brasileiros a não construir a usina hidrelétrica de Belo Monte, que irá prejudicar a população ribeirinha e índios caiapós.

O cineasta comprou a briga porque vê similaridades entre a luta das comunidades do Xingu com os aliens de Pandora, que têm sua floresta destruída por militares em busca de uma nova fonte de energia.

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